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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vereadora Tereza Nelma Homenageia Zilda Arns

 

    A vereadora Tereza Nelma (PSB) vai homenagear a médica e presidenta nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, com uma sessão especial na Câmara de Vereadores de Maceió, logo após o recesso. Tereza disse que Zilda, a personalidade que mais protegeu as crianças pobres no Brasil, morreu defendendo seu ideal humanitário e cristão, estimulando a solidariedade às crianças do Haiti.

    “Que belo exemplo ela deu. Zilda também se preocupou com as crianças alagoanas, esteve em nosso Estado ampliando o trabalho da Pastoral da Criança. Seu exemplo deve ser reproduzido, pois não podemos compactuar com o abandono, a violência, a exploração no trabalho ou qualquer injustiça contra as crianças”, disse Tereza Nelma.

    A vereadora, presidenta da Comissão de Educação, pretende reunir na sessão especial as organizações sociais alagoanas que cuidam das crianças e dos adolescentes e os Conselhos Tutelares para debater novas políticas e ações de proteção às crianças e adolescentes.

    “Essa é a melhor homenagem que podemos fazer à Zilda Arns, levando mais à frente ainda sua luta”, concluiu Tereza Nelma.

    Haiti: chefe da missão da ONU entre milhares de mortos

     

    por Duarte Ladeiras e Tatiana Vaz, com Hugo Coelho e Paula MouratoOntem

    Port-au-Prince

    O chefe da missão de estabilização da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti é um dos milhares de mortos causados pelo sismo que anteontem abalou aquele país das Caraíbas. O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, estima que o terramoto, com magnitude de 7,0, e as fortes réplicas que se seguiram, provocaram pelo menos 100 mil mortos (mais de 1% da população), destruindo grande parte da capital, Port-au-Prince, e afectando fortemente uma área populacional com três milhões de pessoas.

    A morte do chefe da missão da ONU, o o tunisino Hedi Annabi, foi anunciada esta noite pelo Presidente do Haiti, René Préval, que se encontra no aeroporto de Port-au-Prince, uma das poucas infraestruturas públicas que resistiram, para coordenar a ajuda internacional ao país, noticia a AFP.

    Pelo menos 150 pessoas desta missão estão desaparecidas, possivelmente entre os escombros do edifício, disse Susan Malcorra, chefe dos serviços logísticos da ONU. Para já, estão confirmadas a mortes de 16 funcionários e ferimentos em 56 funcionários da ONU, segundo o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon.

    A China indicou que seis dos seus capacetes azuis morreram e dez estão desaparecidos. O exército jordano contabilizou três mortos e 21 feridos, segundo a AFP. Entre os brasileiros, que compõe grande parte do contingente da ONU, há pelos menos 11 mortos, incluindo Luiz Carlos da Costa, o representante especial adjunto das Nações Unidas. Há também 200 desaparecidos no Hotel Montana, muito frequentado por turistas, adiantou à AFP uma fonte do contingente francês.

    "Catástrofe extraordinária"

    "É uma catástrofe extraordinária. Todos os hospitais e morgues estão lotados", disse esta noite Préval, que nas suas primeiras declarações, ao início do dia, estimou que tivessem morrido "milhares de pessoas", qualificando como "inimaginável" o cenário em Port-au-Prince. “Há muitas escolas com pessoas mortas debaixo dos escombros”, disse o Presidente ao início do dia.

    O receio de Préval foi depois repetido pelo primeiro-ministro, em declarações à CNN, estimando a morte de pelo menos 100 mil pessoas.

    As infraestruturas de transportes, comunicações, água, electricidade e hospitalares ficaram destruídas. Há um só hospital a funcionar em pleno. Um terço da população do país precisa de ajuda, segundo a Cruz Vermelha.

    Segundo os repórteres da France Presse, corpos de vítimas mortais amontoam-se junto aos destroços das casas de Port-au-Prince, devastada ontem por um sismo que destruiu milhares de casas particulares e edifícios públicos, entre os quais o palácio presidencial. Os sobreviventes usam tudo o que podem para retirar pessoas que ficaram presas pelos destroços. Os mortos estão a ser empilhados nas ruas e cobertos com lençóis.

    Os detentores dos dois principais cargos do Estado – Presidente e primeiro-ministro – sobreviveram, mas há outras figuras de revelo na sociedade haitiana que não escaparam, como o Arcebispo de Port-au-Prince, Joseph Serge Miot, principal figura da Igreja Católica no Haiti. O corpo de Joseph Serge Miot foi encontrado por outros missionários, diz a BBC, citando a AP.

    Acesso muito difícil a cuidados de saúde

    Os hospitais cubanos no Haiti já assistiram centenas de pessoas, adiantam as autoridades de Havana. Os médicos haitianos mostram desespero pela quantidade de vítimas a necessitarem de auxílio, pois os hospitais não têm capacidade para responder a este tipo de catástrofe, tanto mais que os edifícios hospitalares estão entre as muitas estruturas afectadas.

    O hospital argentino de Port-au-Prince é, neste momento, o único a funcionar em pleno na capital. Tem a seu cuidado cerca de 800 feridos (a maioria são mulheres e crianças), mas está sobrelotado devido ao sismo, declarou hoje o director da unidade ao canal de televisão argentino Todo Noticias.

    O hospital foi construído e é controlado pelo contingente argentino da Missão de Estabilização das Nações Unidas (MINUSTAH). Segundo o director do hospital, Daniel Desimone, no Haiti "o Estado não existe, não existe saúde pública".

    Daniel Desimone relata: "os hospitais no Haiti entraram em colapso. Temos de responder neste hospital a todas as necessidades da Minustah e do povo haitiano.” Segundo Desimone, “muitas crianças foram abandonadas pelos pais no hospital, porque eles voltam a casa para procurar familiares ou por recearem saques".

    Para agravar a situação, o único hospital que oferece cuidados cirúrgicos gratuitos no Haiti, o Trinité, foi seriamente destruído pelo terramoto, segundo a organização humanitária Médicos sem Fronteiras (MSF), que gere o serviço. Apesar de o hospital estar a receber pacientes, os MSF dizem que estão com muitas dificuldades para responder às necessidades das populações, já que a maioria dos hospitais, gerida por esta organização, ficou destruída.

    Vasta destruição de infraestruturas

    "Ouvi um estrondo e muitos gritos à distância": foi desta forma que um responsável do Departamento de Agricultura dos EUA, em visita ao Haiti, sentiu o sismo, assistindo também à derrocada de casas numa ravina. Um repórter da AFP contou que o abalo se prolongou durante um minuto e que os carros saltaram da estrada. Um jornalista da AP contou que a capital Port-au-Prince estava envolva numa nuvem de pó e que se ouviam gritos.

    Passados os primeiros momentos e regressada a visibilidade, ficou visível a destruição generalizada causada pelo abalo e pelas réplicas. O Presidente do país disse ao “Miami Herald” que se entre os edifícios destruídos estão escolas, hospitais, o Ministério das Finanças e o Parlamento. Poucas horas depois do sismo um jornalista de uma televisão haitiana, Haitipal, já adiantava que muitos dos edifícios públicos de Port-au-Prince se tinham desmoronado, incluindo, além dos já referidos por René Préval, “o Palácio Nacional, o Ministério do Trabalho Público, o Ministério da Comunicação e da Cultura, o Palácio de Justiça, a Escola Superior” e a Catedral de Port-au-Prince.

    Sismo, alerta de tsunami e fortes réplicas

    O primeiro e grande abalo fez-se sentir às 16:53, hora local (21:53 em Lisboa), mas as réplicas ainda não pararam. Desde o momento do sismo até às 22:20 de Lisboa, o US Geological Center (USGS) já contabilizou 37 réplicas, todas acima dos 4,0 graus de magnitude e 14 acima dos 5,0. A mais forte (5,9) ocorreu às 17:00 locais (22:00 em Lisboa), seguida de outra de 5,5 doze minutos depois. Às 05:02 (hora de Lisboa) novo pico, desta vez de 5,7. A réplica mais recente registada foi de 5,3.

    O epicentro do sismo foi no mar, 15 quilómetros ao largo de Port-au-Prince e a dez quilómetros de profundidade, mas muito perto de outras zonas costeiras do Haiti, atingindo localidades como Petit Goave, onde vivem 15 mil pessoas, Leogane (12 mil), Grande Goave (5000) e Carrefour (442 mil). O abalo foi sentido na prisão americana de Guantánamo, na ilha de Cuba.

    Logo após o sismo, o Centro de Alerta de Tsunamis dos EUA avisou para o perigo de uma onda gigante poder atingir as ilhas num raio de cem quilómetros. A República Dominicana - que divide Hispaniola com o Haiti -, as Bahamas e Cuba soaram o alerta. Horas depois o alerta foi retirado, tendo-se registado apenas um pequeno maremoto local, mas o Pacific Tasunami Warning Center manteve o aviso de que os riscos para barcos e estruturas costeiras manter-se-iam “durante várias horas devido a correntes rápidas”.

    Este organismo adiantou ainda que foram registados pequenos tsunamis em Santo Domingo, República Dominicana, e em outras áreas das Caraíbas,.

    MNE disponibiliza linha de emergência

    As Nações Unidas preparam já uma operação maciça de auxílio internacional. Em Portugal, o Ministério dos Negócios Estrangeiros disponibilizou dois números de atendimento permanente aos portugueses que pretendam obter informações sobre familiares ou amigos que se encontrem no Haiti.

    A informação foi divulgada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, que aconselha as pessoas a entrar em contacto com o Gabinete de Emergência Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros através dos números 707202000 ou 961706472, para "obter informações sobre familiares e amigos".

    Apesar de o Jornal de Notícias reportar que um português de 55 anos que terá partido uma perna na sequência do sismo, o MNE, em declarações ao DN, afirma não ter registo de vítimas portuguesas.

    Um país pobre afectado por desastres naturais

    O terramoto de ontem é apenas o último de uma série de desastres naturais que têm devastado o Haiti. O pequeno país das Caraíbas resistiu mal à passagem dos furacões, nos últimos anos. No Verão de 2008, as enormes cheias fizeram perto de 800 mortos. Meses depois, o balanço tornou-se mais negro quando uma escola de Port-au-Prince ruiu e esmagou 500 crianças e professores. A maioria dos que sobreviveram ficaram sem casa e tiveram de começar do zero. A ONU apelou à ajuda internacional e em 2009 o FMI perdoou 80% da dívida do país.

    O Haiti ocupa o terço ocidental da ilha Hispaniola e faz fronteira com a República Dominicana. É um país extremamente pobre, tendo sido considerado como o mais pobre de todo o continente Americano.

    Tags: Sismos, sismo, Haiti, Tsunami, terramoto, Globo, EUA e Américas

    Nossos problemas tão pequenos diante da grande tragédia

     

    Leitores me pedem para escrever sobre a terrível tragédia do Haiti e a morte de Zilda Arns, mas confesso a vocês que nestas horas me dá uma tristeza tão grande que nem sei o que dizer. Qualquer palavra fica parecendo pouca e pobre diante das imagens bíblicas que chegam de Porto Príncipe e do tamanho da obra interrompida da criadora e animadora da Pastoral da Criança. Mas não dá para falar de outro assunto.

    Crédito: Reuters

    Crédito: Reuters

    O que dizer diante da foto, de autoria de Eduardo Munõz, da agência Reuters, daquela expressão de desespero do homem carregando no colo a filha morta, que resume a impotência humana frente ao destino reservado a cada um de nós?

    Mais de trinta horas após o terremoto que abalou o pequeno e frágil Haiti, o país mais miseravelmente pobre das Américas, ainda procuro uma explicação para tanta desgraça acontecer tantas vezes no mesmo lugar, e não falo só dos desígnios da natureza.

    Já tinha viajado por meio mundo e conhecido o sofrimento de povos africanos, mas fiquei chocado ao ver as condições de vida dos haitianos quando estive em Porto Príncipe, em 2004, acompanhando a comitiva do presidente Lula e a seleção brasileira de futebol que lá foi jogar em caráter humanitário para levar um pouco de alegria àquela gente já quase sem esperanças de uma vida melhor.

    Vocês não podem imaginar a festa que foi a chegada da seleção a Porto Príncipe naquele dia. Desde o aeroporto, as ruas estavam tomadas pela multidão, pessoas cantando e gritando, se jogando em cima do ônibus dos jogadores, parecia que a cidade toda tinha descido os morros para ver se os seus ídolos existiam de verdade.

    Ficamos todos com lágrimas nos olhos ao ver o brutal contraste entre a euforia daquela gente magra e mal vestida, e a realidade do esgoto correndo a céu aberto pelas vielas, a sujeira por toda parte, os barracos ameaçando despencar de tão precários. Nunca tinha visto pobreza igual na minha vida, mas ainda assim eles festejavam, riam, se abraçavam, levantavam crianças no colo para mostrar seus únicos troféus.

    Por isso, Zilda Arns estava lá, como esteve em tantos outros países pobres para minorar o sofrimento causado pela fome e pelas doenças endemicas nas crianças e suas famílias abandonadas pelo mundo. Por isso, estavam lá os militares brasileiros a serviço da ONU, tentando conter a violência provocada pelo desespero, resgatar um mínimo de dignidade no convívio humano.

    As vidas de dona Zilda e dos 15 militares mortos no terremoto não foram vividas em vão. Meu velho amigo Carlito Maia costumava dizer que conhecia dois tipos de gente: os que vieram ao mundo a serviço e os que vieram a passeio. Estes bravos brasileiros, com certeza, vieram a serviço de um mundo melhor para todos, não estavam preocupados apenas com eles, com as pequenas disputas de poder e glória, com o acumular cada vez mais em meio a tanta gente que não tem o mínimo para a sobrevivência.

    Diante de todas estas imagens dramáticas mostradas sem parar pela televisão, milhares e milhares de sobreviventes que perderam suas famílias, suas casas e o chão, caminhando de um lado para outro sem rumo, dormindo na rua, encostados uns nos outros, de uma hora para outra todos os nossos problemas, nossas crises reais ou não, nossos apegos, desejos, dúvidas, planos, tudo fica tão pequeno, tão besta, que é hora mais uma vez de pensarmos no sentido mesmo da vida, no que estamos fazendo ou deixando de fazer aqui na terra.

    Só no dia em que tivermos mais pessoas a serviço e menos a passeio será possível não vermos mais cenas como as do Haiti, antes e depois do terremoto, onde a ajuda humanitária que agora está sendo enviada de todo mundo para Porto Príncipe poderia ter vindo muito antes. Com terremoto e tudo,  o sofrimento teria sido certamente muito menor. Pena que não tenhamos mais homens e mulheres como Zilda Arns. Quem se habilita? Ainda é tempo, sempre é tempo…

    Que País é esse?

    Vereadora Tereza Nelma Homenageia Zilda Arns

     

      A vereadora Tereza Nelma (PSB) vai homenagear a médica e presidenta nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, com uma sessão especial na Câmara de Vereadores de Maceió, logo após o recesso. Tereza disse que Zilda, a personalidade que mais protegeu as crianças pobres no Brasil, morreu defendendo seu ideal humanitário e cristão, estimulando a solidariedade às crianças do Haiti.

      “Que belo exemplo ela deu. Zilda também se preocupou com as crianças alagoanas, esteve em nosso Estado ampliando o trabalho da Pastoral da Criança. Seu exemplo deve ser reproduzido, pois não podemos compactuar com o abandono, a violência, a exploração no trabalho ou qualquer injustiça contra as crianças”, disse Tereza Nelma.

      A vereadora, presidenta da Comissão de Educação, pretende reunir na sessão especial as organizações sociais alagoanas que cuidam das crianças e dos adolescentes e os Conselhos Tutelares para debater novas políticas e ações de proteção às crianças e adolescentes.

      “Essa é a melhor homenagem que podemos fazer à Zilda Arns, levando mais à frente ainda sua luta”, concluiu Tereza Nelma.

      segunda-feira, 12 de outubro de 2009

      Alimenta็ใo um direito inviolแvel

      Imagens pode ser obtidas em: http://www.planetavoluntarios.com.br/divulgue-essa-ideia
      Obs:. Ap๓s publica็ใo em seu veํculo, avise-nos, para que possamos colocแ-lo na se็ใo de imprensa.
      Artigo:

      16 de outubro- Dia Mundial da Alimentação
      “Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua famํlia saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuแrio, habitação, cuidados m้dicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito เ segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsist๊ncia fora de seu controle.” [Artigo XXV / DECLARAçãO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS]
      Estatํsticas da Fome:
      Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo,1 bilhão de pessoas passando fome, 30 mil crianças morrem de fome a cada dia, 15 milhões a cada ano, um terço das crianças dos países em desenvolvimento apresentam atraso no crescimento fํísico e intelectual, 1,3 bilhão de pessoas no mundo não dispõe de água potável, 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são anemicas e encontram-se abaixo do peso. Uma pessoa a cada sete padece fome no mundo.
      a cada dia 275 mil pessoas começ็am a passar fome ao redor do mundo, o Brasil ้ paํs com o maior numero de pessoas com fome, tem 15 milh๕es de crian็as desnutridas. 45% das crian็as Brasileiras, menores de 5 anos sofrem de anemia cr๔nica.
      O Brasil ้ o quinto paํs do mundo em extensใo territorial, ocupando metade da แrea do continente sul-americano. Hแ cerca de 20 anos, aumentaram o fornecimento de energia el้trica e o n๚mero de estradas pavimentadas, al้m de um enorme crescimento industrial. Nada disso, entretanto, serviu para combater a pobreza, a mแ nutri็ใo e as doen็as end๊micas.Em 1987, no Brasil, quase 40% da popula็ใo (50 milh๕es de pessoas) vivia em extrema pobreza. Nos dias de hoje, um ter็o da popula็ใo ainda ้ mal nutrido, 9% das crian็as morrem antes de completar um ano de vida e 37% do total sใo trabalhadores rurais sem terras.
      Enquanto o consumo diแrio m้dio de calorias no mundo desenvolvido ้ de 3.315 calorias por habitante, no restante do globo o consume médio ้ de 2.180 calorias diárias por habitante.Metade dos habitantes da Terra ingere uma quantidade de alimentos inferior เs suas necessidades bแsicas. Cerca de um terço da popula็ใo do mundo ingere 65% dos alimentos produzidos. A quarta edi็ใo do Inqu้rito Mundial sobre Agricultura e Alimenta็ใo, patrocinado pela ONU em 1974, concluiu: "Em termos mundiais, a quantidade de alimentos disponํveis ้ suficiente para proporcionar a todo mundo uma dieta adequada."
      O aumento dos pre็os dos alimentos fez o n๚mero de famintos no mundo crescer 40 milh๕es para 963 milh๕es de pessoas em 2008, ante o ano passado, de acordo com dados preliminares divulgados hoje pela Organiza็ใo das Na็๕es Unidas (ONU) para Agricultura e Alimenta็ใo (FAO, na sigla em ingl๊s). A entidade advertiu que a crise econ๔mica mundial pode levar ainda mais pessoas a essa condi็ใo. Levando em conta dados do US Census Bureau, departamento de estatํsticas do governo norte-americano, que contam a popula็ใo mundial em 6,7 bilh๕es de pessoas, o n๚mero de famintos representa 14,3% do total.
      ...em 2007 no Planeta havia 860 milh๕es de famintos; em janeiro de 2009 cento nove milh๕es mais. A metade da popula็ใo africana subsahariana, por citar um exemplo dessa มfrica crucificada, mal vive na extrema pobreza. A ladainha de viol๊ência e desgraças provocadas ้ interminável. No Congo hแ 30.000 meninos soldados dispostos a matar e a morrer a troco de comida; 17% da floresta amaz๔nica foram destruํdos em cinco anos, entre 2000 e 2005; o gasto da Am้rica Latina e do Caribe em defesa cresceu um 91%, entre 2003 e 2008; uma dezena de empresas multinacionais controla o mercado de semente em todo o mundo. Os Objetivos do Milênio se evaporaram na retórica e em suas reuniões elitistas os países mais ricos dizem covardemente que não podem fazer mais para reverter o quadro.
      “Quase cem mil mortes diแrias no planeta se devem a fome. Dentre elas, 30 mil são de crianças com menos de cinco anos. Mais do que tres torres gêmeas por dia que se desmoronam em silêncio, sem que ninguém chore ou construa monumentos”, declarou เ swissinfo Carlos Alberto Libโnio Christo, mais conhecido como Frei Betto.
      Essas são algumas das Estatํsticas da fome que o mundo se acostumou a acompanhar de tempos em tempos. Todavia a fome segue matando de maneira end๊mica em muitas regi๕es do globo.
      Um mundo livre da fome
      Nós do Planeta Voluntแrios buscamos um mundo sem fome e desnutrição - um mundo no qual cada uma e todas as pessoas possam estar seguras de receber a comida que necessitam para estar bem nutridas e saudแveis. Nossa visão é a de um mundo que protege e trabalha para que haja assistência social e dignidade humana para todas os povos. Um mundo no qual cada criança pode crescer, aprender e florescer, e desenvolver-se como membros ativos e ativos da sociedade.
      Por Marcio Demari
      PLANETA VOLUNTมRIOS
      Porque ajudar faz bem !
      http://www.planetavoluntarios.com.br
      A maior Rede Social de Voluntแrios e ONGs do Brasil !!!

      sábado, 10 de outubro de 2009

      Paulo Paim elogia programa que diminui violência urbana

       

      Agência Senado

      Publicação: 09/10/2009 12:06

      O senador Paulo Paim (PT-RS) celebrou, na manhã desta sexta-feira (9/10), o lançamento do programa Territórios de Paz, na cidade de Canoas (RS), dizendo que ele pode mudar a cara do Brasil, reduzindo o sentimento de medo que a violência urbana imprime hoje às cidades. Paim definiu o programa como "um gol de placa".
      "Isso é formidável! Quando eu falo que pode mudar a cara do Brasil, eu quero dizer que vai mudar também o tipo de sentimento que as populações vivem em seu dia a dia. É muito provável que o medo seja o sentimento com o qual elas têm maior intimidade, porque estão expostas de forma cruel a todo tipo de violência", afirmou ele.
      De acordo com Paim, mudar esse sentimento é transformar pessoas. É dar uma vida muito mais digna e feliz para quem vive numa espécie de prisão. Em sua opinião, a violência crescente no país é uma dor profunda que vai minando a esperança de que algo bom possa acontecer na vida dos cidadãos.
      "Nós temos que devolver a fé para essas populações mais atingidas por atos violentos. O governo federal está de parabéns por esse programa, que considero um gol de placa. O Territórios de Paz pode realmente mudar a cara do Brasil", disse ele.
      Paim explicou que essa iniciativa faz parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), mescla políticas de segurança com ações sociais e é uma iniciativa inédita no enfrentamento da criminalidade no país.
      Para o projeto ser implementado, disse o senador gaúcho, o governo federal investirá R$ 6,7 bilhões em todo o país até o fim de 2012. Ele também explicou que o Pronasci opta por priorizar a prevenção e assim atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão de estratégias de ordenamento social e de segurança pública.
      Entre os principais eixos do Pronasci, Paim destacou a valorização dos profissionais de segurança pública, a reestruturação do sistema penitenciário, o combate à corrupção policial e o envolvimento da comunidade na prevenção da violência.

      http://www.correiobraziliense.com.br

      Valter Ferreira

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