sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Oração da Gratidão

4mulavb-1 Autor: Gaefke

• Wednesday, June 03rd, 2009

Senhor Jesus,
neste dia que se abre para uma nova jornada,
peço a sua benção, escudo contra o mal,
peço a sua paz, fonte de serenidade,
peço a sua bondade, que iguala os seres humanos,
peço a sua renúncia, que nos sustenta diante das provas,
peço a sua resignação, para aceitar o que não compreendo,
peço a sua dedicação, para servir sem olhar a quem,
peço a sua certeza, para ir além das minhas dúvidas,
peço a sua serenidade, para pensar antes de agir,
e peço a sua compreensão para os meus pedidos,
pois ainda não sei oferecer mais de mim.

Ainda não sei agradecer como deveria.
Então, ensina-me a te adorar,
a devolver amor em toda e qualquer circunstância,
e ainda que eu ande em meio a escuridão do desamor,
ainda que me perca na raiva ou no ódio da incompreensão,
eu lhe peço,
tem compaixão das minhas fraquezas,
e quando todos me acusarem,
que eu possa encontrar os teus olhos,
eles serão meus faróis.
E se ainda assim, eu não tiver forças para seguir,
que eu possa estender as mãos,
pois sei que as tuas estarão esperando as minhas,
pois de tudo que há em Ti,
nada supera o Teu Amor.

www.meuanjo.com.br

O som do silêncio

 

Autor: GaefkeO som do silêncio

O som do silêncio

Aprende com o silêncio a ouvir os sons interiores da sua alma, a calar-se nas discussões e assim evitar tragédias e desafetos, aprende com o silêncio a respeitar a opinião dos outros, por mais contrária que seja da sua, aprende com o silêncio a aceitar alguns fatos que você provocou, a ser humilde deixando o orgulho gritar lá fora.

Aprende com o silêncio a reparar nas coisas mais simples, valorizar o que é belo, ouvir o que faz algum sentido, evitar reclamações vazias e sem sentido, aprende com o silêncio que a solidão não é o pior castigo, existem companhias bem piores….

Aprende com o silêncio que a vida é boa, que nós só precisamos olhar para o lado certo, ouvir a música certa, ler o livro certo, que pode ser qualquer livro, desde que você o leia até o fim.

Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo, complete a sua tarefa.

Aprende com o silêncio a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia, enxergar em você as qualidades que possui, equilibrar os defeitos que você tem e sabe que precisa corrigir e enxergar aqueles que você ainda não descobriu .

Aprende com o silêncio a relaxar, mesmo no pior trânsito, na maior das cobranças, na briga mais acalorada, na discussão entre familiares, aprende com o silêncio a respeitar o seu “eu”, a valorizar o ser humano que você é, a respeitar o Templo que é o seu corpo, e o santuário que é a sua vida.

Aprende hoje com o silêncio, que gritar não traz respeito, que ouvir ainda é melhor que muito falar, e em respeito a você, eu me calo, me silencio, para que você possa ouvir o seu interior que quer lhe falar, desejar-lhe um dia vitorioso e confirmar que você é especial.
Paulo Roberto Gaefke

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Cansaço

Cansado?Cansado?

Faltam energias para continuar na sua jornada?
Tem dia que parece que nosso corpo não quer colaborar, a mente não quer trabalhar e nos sentimos um “trapo velho”.
Para esses dias a sintonia com Deus é fundamental, mas nosso pensamento deverá ser modificado para coisas alegres.
Mentalize um dia em que você viveu uma grande alegria, vá revivendo esse dia, imaginando cada situação passada. Fique na alegria desse dia…

Leia pela manhã o  Salmo 90

Salmo 90 - Para pedir proteção, para alcançar progresso material. Proteção no trabalho, energia para procurar um novo emprego. Combate o desânimo!

1 Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.

2 Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.

3 Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!

4 Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.

5 Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;

6 de manhã cresce e floresce; à tarde corta-se e seca.

7 Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.

8 Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, à luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.

9 Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.

10 A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.

11 Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?

12 Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.

13 Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.

14 Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.

15 Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.

16 Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.

17 Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.

33 Leituras recomendadas:

Guarde esse versículo:
(MT 11:28) “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.”
(MT 11:29) “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
(MT 11:30) “Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Planeta Inteligente

Fome atinge 1,02 bilhão de pessoas

Roberto Moregola

Pela primeira vez na história, o número de pessoas que passam fome superou a marca de 1 bilhão, segundo relatório da FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. O número representa um sexto da população global e representa um aumento superior a 10% em relação a 2008.

Se os níveis persistirem, a proposta da FAO de redução pela metade do número de pessoas nessas condições não será cumprida. A meta estipula que, até 2015, a falta de alimentos não atinja mais do que 420 milhões de habitantes.

Embora projeções indiquem que em 2009 a produção de gêneros alimentares será inferior à do ano passado, a quantidade disponível de produtos não é apontada como causa do problema. Pesquisas indicam que a produção de cereais, por exemplo, terá índices elevados este ano.

Segundo o estudo, a crise mundial é o principal motivo pelo crescimento da desnutrição ao redor do mundo. A estagnação da economia provocou a diminuição da oferta de empregos e o aumento dos preços dos alimentos. Com isso, as camadas mais pobres ficaram sem acesso às condições básicas de alimentação. Outra consequência registrada foi a mudança da rotina de gastos das famílias, que passaram a consumir alimentos mais baratos, como grãos, em detrimento de produtos como carnes, derivados do leite, frutas e hortaliças, mais caros e ricos em proteínas e nutrientes.

O estudo indica que, para sanar o problema, as famílias afetadas recorrem a deslocamentos migratórios em busca de novos postos de trabalho, empréstimos e a entrada em novos setores da economia. Além disso, é verificado o aumento do número de mulheres no mercado, situação que também pode ocorrer com crianças.

Alguns reflexos nocivos dessas mudanças são a evasão escolar – o que contribui para a perpetuação de um ciclo de pobreza – e a manifestação de tensões sociais.

A região da Ásia e do Pacífico (onde estão localizadas China e Índia) é a que apresenta o maior número de pessoas que passam fome: 642 milhões. Em termos relativos, ou seja, quantidade de desnutridos em relação ao total de habitantes, a África subsaariana (países localizados ao sul do deserto do Saara) tem o maior índice: 32%. A região da América Latina e do Caribe, onde melhoras tinham sido registradas nos últimos anos, apresentou um aumento na taxa da ordem de 12,8%, o que corresponde a 53 milhões de pessoas.

Planeta Inteligente

sexta-feira, 19 de junho de 2009

- Fome no Mundo - um problema sem solução?

Alberto Garuti

Resolver o problema da fome
não depende só dos países em desenvolvimento

Em 1974, durante a Conferência Mundial sobre Alimentação, as Nações Unidas estabeleceram que “todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição...”. Portanto, a comunidade internacional deveria ter como maior objetivo a segurança alimentar, isto é, “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e ativa”.

E isso quer dizer:

  • acesso ao alimento: é condição necessária, mas ainda não suficiente;
  • sempre: e não só em certos momentos;
  • por parte de todos: não bastam que os dados estatísticos sejam satisfatórios. É necessário que todos possam ter essa segurança de acesso aos alimentos;
  • alimento para uma vida sadia e ativa: é importante que o alimento seja suficiente tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo.

Os dados que possuímos dizem que estamos ainda muito longe dessa situação de segurança alimentar para todos os habitantes do planeta.

Quais são as causas?

A situação precisa ser enfrentada, pois uma pessoa faminta não é uma pessoa livre. Mas é preciso, em primeiro lugar, conhecer as causas que levam à fome. Muitos acham que as conhecem, mas não percebem que, quando falam delas, se limitam, muitas vezes, a repetir o que tantos já disseram e a apontar causas que não têm nada a ver com o verdadeiro problema. Por exemplo:

A fome é causada porque o mundo não pode produzir alimentos suficientes. Não é verdade! A terra tem recursos suficientes para alimentar a humanidade inteira.

A fome é devida ao fato de que somos “demais”. Também não é verdade! Há países muito populosos, como a China, onde todos os habitantes têm, todo dia, pelo menos uma quantidade mínima de alimentos e países muito pouco habitados, como a Bolívia, onde os pobres de verdade padecem fome!

No mundo há poucas terras cultiváveis! Também não é verdade. Por enquanto, há terras suficientes que, infelizmente, são cultivadas, muitas vezes, para fornecer alimentos aos países ricos!

As verdadeiras causas

As causas da fome no mundo são várias, não podem ser reduzidas a uma só. Entre elas indicamos:

As monoculturas: o produto nacional bruto (pib) de vários países depende, em muitos casos, de uma cultura só, como acontecia, alguns anos atrás, com o Brasil, cujo único produto de exportação era o café. Sem produções alternativas, a economia desses países depende muito do preço do produto, que é fixado em outros lugares, e das condições climáticas para garantir uma boa colheita.

Diferentes condições de troca entre os vários países: alguns países, ex-colônias, estão precisando cada vez mais de produtos manufaturados e de alta tecnologia, que eles não produzem e cujo preço é fixado pelos países que exportam. Os preços das matérias-primas, quase sempre o único produto de exportação dos países pobres, são fixados, de novo, pelos países que importam.

Multinacionais: são organizações em condições de realizar operações de caráter global, fugindo assim ao controle dos Estados nacionais ou de organizações internacionais. Elas constituem uma rede de poder supranacional. Querem conquistar mercados, investindo capitais privados e deslocando a produção onde os custos de trabalho, energia e matéria-prima são mais baixos e os direitos dos trabalhadores, limitados. Controlam 40% do comércio mundial e até 90% do comércio mundial dos bens de primeira necessidade.

Dívida externa: conforme a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a dívida está paralisando a possibilidade de países menos avançados de importar os alimentos dos quais precisam ou de dar à própria produção agrícola o necessário desenvolvimento. A dívida é contraída com os bancos particulares e com Institutos internacionais como o Fundo Monetário e o Banco Mundial. Para poder pagar os juros, tenta-se incrementar as exportações. Em certos países, 40% do que se arrecada com as exportações são gastos somente para pagar os juros da dívida externa. A dívida, infelizmente, continua inalterada ou aumenta.

Conflitos armados: o dinheiro necessário para providenciar alimento, água, educação, saúde e habitação de maneira suficiente para todos, durante um ano, corresponde a quanto o mundo inteiro gasta em menos de um mês na compra de armas. Além disso, os conflitos armados presentes em muitos países em desenvolvimento causam graves perdas e destruições em seu sistema produtivo primário.

Eis o que nos dizem as estatísticas:

- Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo.

- 11 mil crianças morrem de fome a cada dia.

- Um terço das crianças dos países em desenvolvimento
apresentam atraso no crescimento físico e intelectual.

- 1,3 bilhão de pessoas no mundo não dispõe de água
potável.

- 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são
anêmicas e encontram-se abaixo do peso.

- Uma pessoa a cada sete padece fome no mundo.

Desigualdades sociais: a luta contra a fome é, em primeiro lugar, luta contra a fome pela justiça social. As elites que estão no governo, controlando o acesso aos alimentos, mantêm e consolidam o próprio poder. Paradoxalmente, os que produzem alimento são os primeiros a sofrer por sua falta. Na maioria dos países, é muito mais fácil encontrar pessoas que passam fome em contextos rurais do que em contextos urbanos.

Neo-colonialismo: em 1945, através do reconhecimento do direito à autodeterminação dos povos, iniciou o processo de libertação dos países que até então eram colônias de outras nações. Mas, uma vez adquirida a independência, em muitos continuaram os conflitos internos que têm sua origem nos profundos desequilíbrios sociais herdados do colonialismo. Em muitos países, ao domínio colonial sucederam as ditaduras, apoiadas pela cumplicidade das superpotências e por acordos de cooperação com a antiga potência colonial. Isso deu origem ao neocolonialismo e as trocas comerciais continuaram a favorecer as mesmas potências.

Quando um país vive numa situação de miséria, podemos dizer que, praticamente, todas essas causas estão agindo ao mesmo tempo e estão na origem da fome de seus habitantes. Algumas delas dependem da situação do país, como o regime de monocultura, os conflitos armados e as desigualdades sociais. Elas serão eliminadas, quando e se o mesmo país conseguir um verda-deiro desenvolvimento. Mas outras causas já não dependem do próprio país em desenvolvimento, e sim da situação em nível internacional. Refiro-me às condições desiguais de troca entre as várias nações, à presença das multinacionais, ao peso da dívida externa e ao neocolonialismo. Isso quer dizer que os países em desenvolvimento, não conseguirão sozinhos vencer a miséria e a fome, a não ser que mudanças verdadeira-mente importantes aconteçam no relacionamento entre essas nações e as mais industrializadas.

- Fome no Mundo - um problema sem solução?

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Noite Fria. Vamos ajudar

VOCE JÁ PENSOU NISSO HOJE?

EGO

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