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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Nossos problemas tão pequenos diante da grande tragédia

 

Leitores me pedem para escrever sobre a terrível tragédia do Haiti e a morte de Zilda Arns, mas confesso a vocês que nestas horas me dá uma tristeza tão grande que nem sei o que dizer. Qualquer palavra fica parecendo pouca e pobre diante das imagens bíblicas que chegam de Porto Príncipe e do tamanho da obra interrompida da criadora e animadora da Pastoral da Criança. Mas não dá para falar de outro assunto.

Crédito: Reuters

Crédito: Reuters

O que dizer diante da foto, de autoria de Eduardo Munõz, da agência Reuters, daquela expressão de desespero do homem carregando no colo a filha morta, que resume a impotência humana frente ao destino reservado a cada um de nós?

Mais de trinta horas após o terremoto que abalou o pequeno e frágil Haiti, o país mais miseravelmente pobre das Américas, ainda procuro uma explicação para tanta desgraça acontecer tantas vezes no mesmo lugar, e não falo só dos desígnios da natureza.

Já tinha viajado por meio mundo e conhecido o sofrimento de povos africanos, mas fiquei chocado ao ver as condições de vida dos haitianos quando estive em Porto Príncipe, em 2004, acompanhando a comitiva do presidente Lula e a seleção brasileira de futebol que lá foi jogar em caráter humanitário para levar um pouco de alegria àquela gente já quase sem esperanças de uma vida melhor.

Vocês não podem imaginar a festa que foi a chegada da seleção a Porto Príncipe naquele dia. Desde o aeroporto, as ruas estavam tomadas pela multidão, pessoas cantando e gritando, se jogando em cima do ônibus dos jogadores, parecia que a cidade toda tinha descido os morros para ver se os seus ídolos existiam de verdade.

Ficamos todos com lágrimas nos olhos ao ver o brutal contraste entre a euforia daquela gente magra e mal vestida, e a realidade do esgoto correndo a céu aberto pelas vielas, a sujeira por toda parte, os barracos ameaçando despencar de tão precários. Nunca tinha visto pobreza igual na minha vida, mas ainda assim eles festejavam, riam, se abraçavam, levantavam crianças no colo para mostrar seus únicos troféus.

Por isso, Zilda Arns estava lá, como esteve em tantos outros países pobres para minorar o sofrimento causado pela fome e pelas doenças endemicas nas crianças e suas famílias abandonadas pelo mundo. Por isso, estavam lá os militares brasileiros a serviço da ONU, tentando conter a violência provocada pelo desespero, resgatar um mínimo de dignidade no convívio humano.

As vidas de dona Zilda e dos 15 militares mortos no terremoto não foram vividas em vão. Meu velho amigo Carlito Maia costumava dizer que conhecia dois tipos de gente: os que vieram ao mundo a serviço e os que vieram a passeio. Estes bravos brasileiros, com certeza, vieram a serviço de um mundo melhor para todos, não estavam preocupados apenas com eles, com as pequenas disputas de poder e glória, com o acumular cada vez mais em meio a tanta gente que não tem o mínimo para a sobrevivência.

Diante de todas estas imagens dramáticas mostradas sem parar pela televisão, milhares e milhares de sobreviventes que perderam suas famílias, suas casas e o chão, caminhando de um lado para outro sem rumo, dormindo na rua, encostados uns nos outros, de uma hora para outra todos os nossos problemas, nossas crises reais ou não, nossos apegos, desejos, dúvidas, planos, tudo fica tão pequeno, tão besta, que é hora mais uma vez de pensarmos no sentido mesmo da vida, no que estamos fazendo ou deixando de fazer aqui na terra.

Só no dia em que tivermos mais pessoas a serviço e menos a passeio será possível não vermos mais cenas como as do Haiti, antes e depois do terremoto, onde a ajuda humanitária que agora está sendo enviada de todo mundo para Porto Príncipe poderia ter vindo muito antes. Com terremoto e tudo,  o sofrimento teria sido certamente muito menor. Pena que não tenhamos mais homens e mulheres como Zilda Arns. Quem se habilita? Ainda é tempo, sempre é tempo…

Que País é esse?

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

25 milhões de crianças passarão fome pela mudança climática em 2050

 

30/09 - 05:06 , atualizada às 10:42 30/09 - EFE

EFE - v1

Bangcoc - O efeito adverso da mudança climática na produção de alimentos fará com que 25 milhões de crianças passem fome em 2050 caso não se tomem medidas para evitá-lo, advertiu hoje os Instituto Internacional de Política Alimentaria (IFPRI, sigla em inglês) em uma conferência em Bangcoc.

"Este drama pode ser evitado com um investimento de US$9 bilhões anuais para aumentar a produtividade agrícola e ajudar produtores a enfrentar os efeitos do aquecimento global", afirmou em comunicado o investigador Gerald Nelson, um dos autores do relatório do IFPRI.
"Melhores estradas, sistemas de irrigação, acesso a água potável e escolarização para crianças são essenciais", acrescentou Nelson, no marco da conferência sobre mudança climática realizado em Bangcoc para preparar a cúpula de Copenhague em dezembro.
O estudo mantém que os habitantes nos países em desenvolvimento terão acesso a 2.410 calorias diárias em 2050, 286 calorias menos que em 2000; na África será de 392 menos; e nos países industrializados de 250 menos.
Os líderes do G20 acordaram na semana passada em Pittsburg (EUA) doar US$2 bilhões para combater a fome, enquanto a ONU anunciou uma cúpula sobre o problema em novembro.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pressionou o fim de semana passado ao Banco Mundial e a outras instituições multilaterais para que aumentem suas contribuições ao terceiro mundo, em um momento em que "ainda mais pessoas não têm acesso a alimentos porque os preços são incrivelmente altos por causa da crise econômica ou a falta de chuvas".
Nelson opinou que as crises alimentícia do ano passado, quando as informações de escassez de alimentos básicos suscitaram protestos em numeroso países pobres e emergentes, foi uma chamada de atenção.
"A população da Terra será 50% maior que a atual em 2050 (...) os desafios serão enormes até sem mudança climática", acrescentou o investigador.

Leia mais sobre: fome

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

APRENDENDO A AGRADECER

Em tudo dai graça.

Saibamos agradecer as dádivas que o Senhor nos concede cada dia:
A largueza da vida;
O ar abundande;
A graça da locomoção;
A faculdade do raciocínio;
A fulguração da ideia;
A alegria de ver;
O prazer de ouvir;
O tesouro da palavra;
O privilégio do trabalho;
O dom de aprender;
A mesa que nos serve;
O pão que nos alimenta;
O Pano que nos veste;
As mãos desconhecidas que se entrelaçam no esforço de suprir-nos a refeição e o agasalho;
Os benfeitores anônimos que nos transmitem a riqueza do conhecimento;
A conversação do amigo;
O aconchego do Lar;
O doce dever da família;
O contentamento de construir paa o futuro;
A renovação das próprias forças...
Muita gente está esperando lances espetaculares da "boa sorte mundana", a fim de esprimir gratidão ao Céu.
O cristão, contudo, sabe que as bençãos da Provedencia Divina nos enriquecem os ângulos mais simples de cada hora, no espaço de nossas experiências.
Nada existe insignificante na estrada que percorremos.
Todas as concessões do Pai Celeste são preciosas no campo de nossa vida.
Utilizando, pois o patrimonio que o Senhor nos empresta, no serviço incessante ao bem,aprendemos a agradecer.
Do Livro: Fonte Viva
Francisco Cândido Xavier - Ditado pelo Espirito EMMANUEL

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O som do silêncio

 

Autor: GaefkeO som do silêncio

O som do silêncio

Aprende com o silêncio a ouvir os sons interiores da sua alma, a calar-se nas discussões e assim evitar tragédias e desafetos, aprende com o silêncio a respeitar a opinião dos outros, por mais contrária que seja da sua, aprende com o silêncio a aceitar alguns fatos que você provocou, a ser humilde deixando o orgulho gritar lá fora.

Aprende com o silêncio a reparar nas coisas mais simples, valorizar o que é belo, ouvir o que faz algum sentido, evitar reclamações vazias e sem sentido, aprende com o silêncio que a solidão não é o pior castigo, existem companhias bem piores….

Aprende com o silêncio que a vida é boa, que nós só precisamos olhar para o lado certo, ouvir a música certa, ler o livro certo, que pode ser qualquer livro, desde que você o leia até o fim.

Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo,
como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar,
como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo, complete a sua tarefa.

Aprende com o silêncio a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia, enxergar em você as qualidades que possui, equilibrar os defeitos que você tem e sabe que precisa corrigir e enxergar aqueles que você ainda não descobriu .

Aprende com o silêncio a relaxar, mesmo no pior trânsito, na maior das cobranças, na briga mais acalorada, na discussão entre familiares, aprende com o silêncio a respeitar o seu “eu”, a valorizar o ser humano que você é, a respeitar o Templo que é o seu corpo, e o santuário que é a sua vida.

Aprende hoje com o silêncio, que gritar não traz respeito, que ouvir ainda é melhor que muito falar, e em respeito a você, eu me calo, me silencio, para que você possa ouvir o seu interior que quer lhe falar, desejar-lhe um dia vitorioso e confirmar que você é especial.
Paulo Roberto Gaefke

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Cansaço

Cansado?Cansado?

Faltam energias para continuar na sua jornada?
Tem dia que parece que nosso corpo não quer colaborar, a mente não quer trabalhar e nos sentimos um “trapo velho”.
Para esses dias a sintonia com Deus é fundamental, mas nosso pensamento deverá ser modificado para coisas alegres.
Mentalize um dia em que você viveu uma grande alegria, vá revivendo esse dia, imaginando cada situação passada. Fique na alegria desse dia…

Leia pela manhã o  Salmo 90

Salmo 90 - Para pedir proteção, para alcançar progresso material. Proteção no trabalho, energia para procurar um novo emprego. Combate o desânimo!

1 Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.

2 Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.

3 Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!

4 Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.

5 Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;

6 de manhã cresce e floresce; à tarde corta-se e seca.

7 Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.

8 Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, à luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.

9 Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.

10 A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.

11 Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?

12 Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.

13 Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.

14 Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.

15 Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.

16 Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.

17 Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.

33 Leituras recomendadas:

Guarde esse versículo:
(MT 11:28) “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.”
(MT 11:29) “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
(MT 11:30) “Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Planeta Inteligente

Fome atinge 1,02 bilhão de pessoas

Roberto Moregola

Pela primeira vez na história, o número de pessoas que passam fome superou a marca de 1 bilhão, segundo relatório da FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. O número representa um sexto da população global e representa um aumento superior a 10% em relação a 2008.

Se os níveis persistirem, a proposta da FAO de redução pela metade do número de pessoas nessas condições não será cumprida. A meta estipula que, até 2015, a falta de alimentos não atinja mais do que 420 milhões de habitantes.

Embora projeções indiquem que em 2009 a produção de gêneros alimentares será inferior à do ano passado, a quantidade disponível de produtos não é apontada como causa do problema. Pesquisas indicam que a produção de cereais, por exemplo, terá índices elevados este ano.

Segundo o estudo, a crise mundial é o principal motivo pelo crescimento da desnutrição ao redor do mundo. A estagnação da economia provocou a diminuição da oferta de empregos e o aumento dos preços dos alimentos. Com isso, as camadas mais pobres ficaram sem acesso às condições básicas de alimentação. Outra consequência registrada foi a mudança da rotina de gastos das famílias, que passaram a consumir alimentos mais baratos, como grãos, em detrimento de produtos como carnes, derivados do leite, frutas e hortaliças, mais caros e ricos em proteínas e nutrientes.

O estudo indica que, para sanar o problema, as famílias afetadas recorrem a deslocamentos migratórios em busca de novos postos de trabalho, empréstimos e a entrada em novos setores da economia. Além disso, é verificado o aumento do número de mulheres no mercado, situação que também pode ocorrer com crianças.

Alguns reflexos nocivos dessas mudanças são a evasão escolar – o que contribui para a perpetuação de um ciclo de pobreza – e a manifestação de tensões sociais.

A região da Ásia e do Pacífico (onde estão localizadas China e Índia) é a que apresenta o maior número de pessoas que passam fome: 642 milhões. Em termos relativos, ou seja, quantidade de desnutridos em relação ao total de habitantes, a África subsaariana (países localizados ao sul do deserto do Saara) tem o maior índice: 32%. A região da América Latina e do Caribe, onde melhoras tinham sido registradas nos últimos anos, apresentou um aumento na taxa da ordem de 12,8%, o que corresponde a 53 milhões de pessoas.

Planeta Inteligente

sexta-feira, 19 de junho de 2009

- Fome no Mundo - um problema sem solução?

Alberto Garuti

Resolver o problema da fome
não depende só dos países em desenvolvimento

Em 1974, durante a Conferência Mundial sobre Alimentação, as Nações Unidas estabeleceram que “todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição...”. Portanto, a comunidade internacional deveria ter como maior objetivo a segurança alimentar, isto é, “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e ativa”.

E isso quer dizer:

  • acesso ao alimento: é condição necessária, mas ainda não suficiente;
  • sempre: e não só em certos momentos;
  • por parte de todos: não bastam que os dados estatísticos sejam satisfatórios. É necessário que todos possam ter essa segurança de acesso aos alimentos;
  • alimento para uma vida sadia e ativa: é importante que o alimento seja suficiente tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo.

Os dados que possuímos dizem que estamos ainda muito longe dessa situação de segurança alimentar para todos os habitantes do planeta.

Quais são as causas?

A situação precisa ser enfrentada, pois uma pessoa faminta não é uma pessoa livre. Mas é preciso, em primeiro lugar, conhecer as causas que levam à fome. Muitos acham que as conhecem, mas não percebem que, quando falam delas, se limitam, muitas vezes, a repetir o que tantos já disseram e a apontar causas que não têm nada a ver com o verdadeiro problema. Por exemplo:

A fome é causada porque o mundo não pode produzir alimentos suficientes. Não é verdade! A terra tem recursos suficientes para alimentar a humanidade inteira.

A fome é devida ao fato de que somos “demais”. Também não é verdade! Há países muito populosos, como a China, onde todos os habitantes têm, todo dia, pelo menos uma quantidade mínima de alimentos e países muito pouco habitados, como a Bolívia, onde os pobres de verdade padecem fome!

No mundo há poucas terras cultiváveis! Também não é verdade. Por enquanto, há terras suficientes que, infelizmente, são cultivadas, muitas vezes, para fornecer alimentos aos países ricos!

As verdadeiras causas

As causas da fome no mundo são várias, não podem ser reduzidas a uma só. Entre elas indicamos:

As monoculturas: o produto nacional bruto (pib) de vários países depende, em muitos casos, de uma cultura só, como acontecia, alguns anos atrás, com o Brasil, cujo único produto de exportação era o café. Sem produções alternativas, a economia desses países depende muito do preço do produto, que é fixado em outros lugares, e das condições climáticas para garantir uma boa colheita.

Diferentes condições de troca entre os vários países: alguns países, ex-colônias, estão precisando cada vez mais de produtos manufaturados e de alta tecnologia, que eles não produzem e cujo preço é fixado pelos países que exportam. Os preços das matérias-primas, quase sempre o único produto de exportação dos países pobres, são fixados, de novo, pelos países que importam.

Multinacionais: são organizações em condições de realizar operações de caráter global, fugindo assim ao controle dos Estados nacionais ou de organizações internacionais. Elas constituem uma rede de poder supranacional. Querem conquistar mercados, investindo capitais privados e deslocando a produção onde os custos de trabalho, energia e matéria-prima são mais baixos e os direitos dos trabalhadores, limitados. Controlam 40% do comércio mundial e até 90% do comércio mundial dos bens de primeira necessidade.

Dívida externa: conforme a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a dívida está paralisando a possibilidade de países menos avançados de importar os alimentos dos quais precisam ou de dar à própria produção agrícola o necessário desenvolvimento. A dívida é contraída com os bancos particulares e com Institutos internacionais como o Fundo Monetário e o Banco Mundial. Para poder pagar os juros, tenta-se incrementar as exportações. Em certos países, 40% do que se arrecada com as exportações são gastos somente para pagar os juros da dívida externa. A dívida, infelizmente, continua inalterada ou aumenta.

Conflitos armados: o dinheiro necessário para providenciar alimento, água, educação, saúde e habitação de maneira suficiente para todos, durante um ano, corresponde a quanto o mundo inteiro gasta em menos de um mês na compra de armas. Além disso, os conflitos armados presentes em muitos países em desenvolvimento causam graves perdas e destruições em seu sistema produtivo primário.

Eis o que nos dizem as estatísticas:

- Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo.

- 11 mil crianças morrem de fome a cada dia.

- Um terço das crianças dos países em desenvolvimento
apresentam atraso no crescimento físico e intelectual.

- 1,3 bilhão de pessoas no mundo não dispõe de água
potável.

- 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são
anêmicas e encontram-se abaixo do peso.

- Uma pessoa a cada sete padece fome no mundo.

Desigualdades sociais: a luta contra a fome é, em primeiro lugar, luta contra a fome pela justiça social. As elites que estão no governo, controlando o acesso aos alimentos, mantêm e consolidam o próprio poder. Paradoxalmente, os que produzem alimento são os primeiros a sofrer por sua falta. Na maioria dos países, é muito mais fácil encontrar pessoas que passam fome em contextos rurais do que em contextos urbanos.

Neo-colonialismo: em 1945, através do reconhecimento do direito à autodeterminação dos povos, iniciou o processo de libertação dos países que até então eram colônias de outras nações. Mas, uma vez adquirida a independência, em muitos continuaram os conflitos internos que têm sua origem nos profundos desequilíbrios sociais herdados do colonialismo. Em muitos países, ao domínio colonial sucederam as ditaduras, apoiadas pela cumplicidade das superpotências e por acordos de cooperação com a antiga potência colonial. Isso deu origem ao neocolonialismo e as trocas comerciais continuaram a favorecer as mesmas potências.

Quando um país vive numa situação de miséria, podemos dizer que, praticamente, todas essas causas estão agindo ao mesmo tempo e estão na origem da fome de seus habitantes. Algumas delas dependem da situação do país, como o regime de monocultura, os conflitos armados e as desigualdades sociais. Elas serão eliminadas, quando e se o mesmo país conseguir um verda-deiro desenvolvimento. Mas outras causas já não dependem do próprio país em desenvolvimento, e sim da situação em nível internacional. Refiro-me às condições desiguais de troca entre as várias nações, à presença das multinacionais, ao peso da dívida externa e ao neocolonialismo. Isso quer dizer que os países em desenvolvimento, não conseguirão sozinhos vencer a miséria e a fome, a não ser que mudanças verdadeira-mente importantes aconteçam no relacionamento entre essas nações e as mais industrializadas.

- Fome no Mundo - um problema sem solução?

quinta-feira, 4 de junho de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vítimas de enchentes no Norte e Nordeste reclamam da falta de comida :: Notícias JusBrasil

 

Vítimas de enchentes no Norte e Nordeste reclamam da falta de comida

Extraído de: G1 - Globo.com -  15 de Abril de 2009

Estados do Norte e Nordeste do Brasil continuam tendo prejuízos com as chuvas. Vítimas de enchente reclamam da falta de comida e de água potável.

Veja o site do Jornal Nacional

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Em Bacabal, no Maranhão, o Rio Mearim subiu quatro metros acima do nível normal. A praça da cidade ficou alagada. Oito municípios do interior continuam em estado de emergência.

No Acre, três mil pessoas tiveram que deixar suas casas. Os bombeiros trabalham também na retirada de troncos de árvores trazidos pelo Rio Acre, que ameaçam na estrutura das pontes em Rio Branco.

Em Altamira, no Pará, equipes trabalham para recuperar pontes e estradas. A Defesa Civil informou nesta quarta-feira (15) que o número de desabrigados na cidade aumentou para 1,4 mil pessoas.

Voluntários distribuíram roupas e calçados para as vítimas da enchente. O abastecimento de água ainda não foi normalizado, mas o governo do estado instalou caixas d'água em vários bairros.

O Ministério Público está investigando o que causou o rompimento de açudes próximos ao município de Altamira. Segundo a Defesa Civil, alguns deles foram construídos ilegalmente.

Alerta

A Agência Nacional de Águas fez hoje um alerta de enchente para a região amazônica. O nível do Rio Negro passou de 28 metros e está muito próximo do que foi registrado na maior cheia da história, ocorrida em 1953, quando as águas chegaram a 29,69 metros.

O relatório aponta que 50 mil moradores poderão ficar desabrigados em Manaus e áreas próximas. A Secretaria Nacional de Defesa Civil informou que foram enviados para a cidade 450 mil kits para desabrigados e 312 mil toneladas de alimentos.

Autor: Do G1, com informações do Jornal Nacional

Vítimas de enchentes no Norte e Nordeste reclamam da falta de comida :: Notícias JusBrasil

CNBB destaca PEC do divórcio, enchentes e terras na Amazônia

 

PEC 047 - Inclusão do direito à alimentação na Constituição
A presidência da CNBB manifestou o apoio da Igreja à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 047/2003, que recomenda a inclusão do direito à alimentação entre os direitos sociais estabelecidos no Artigo 6º da Constituição Federal (CF).
"Reiteramos a necessidade de incluir da alimentação na Constituição Federal como direito social. Incluir isso na Carta Magna brasileira representa um avanço muito grande para os famintos, já que este benefício social [o alimento] nem sempre é alcançado por todos. Garantir alimento é garantir vida", explicou o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha.
De acordo com o presidente, a organização social do país não favorece os pobres e necessitados. "A organização social brasileira é frágil, pois privilegia os grandes latifundiários, monocultores e esquece que [o Brasil] tem uma população enorme passando fome. A CNBB trabalha para que seja aprovada a PEC 047/2003. Embora sendo um direito natural, o alimento deve fazer parte da nossa Constituição [como um direito social]”, afirma Dom Geraldo. Segundo o arcebispo, isso obrigaria o Governo a garantir o alimento a todos.
Enchentes no Norte e Nordeste
A presidência falou sobre o objetivo da nota aprovada pelo Conselho Episcopal de Pastoral (Consep) reunido desde o dia 19, em Brasília, manifestando solidariedade às vítimas atingidas pelas enchentes no Norte e Nordeste do Brasil.
"A CNBB juntamente com a Cáritas Brasileira faz uma convocação às nossas dioceses, paróquias e comunidades, e a todo o Brasil, a se empenharem numa campanha nacional de solidariedade aos atingidos pelas enchentes", reafirmou Dom Geraldo Lyrio. 
Para Dom Dimas, a iniciativa da CNBB e da Cáritas hoje é uma repetição daquilo que fez durante as enchentes que flagelaram o estado de Santa Catarina em 2008. "Da mesma forma que no ano passado, estamos nos empenhando nesta nova campanha. Em Santa Catarina, o apelo foi pela reconstrução das casas. Agora a mesma necessidade retorna para que divulguemos a campanha a fim de reconstruir a vida desses novos atingidos, por meio de contas bancárias, arrecadação voluntária e através dos meios de comunicação", esclareceu o secretário da CNBB.
O vice-presidente da Conferência, Dom Luiz Soares, que também é arcebispo de Manaus (AM) há 18 anos, frisou que é preciso ter cautela com discursos superficiais em relação às enchentes e destacou que o homem perdeu o hábito de conviver com a natureza. "As pessoas falam que as enchentes estão ocorrendo por influência das mudanças climáticas, mas é preciso ter cuidado com esse discurso. Não é a primeira vez que há enchente em nossa região, elas sempre ocorreram, uns anos mais, outros menos. Um fato que chama atenção é a perda da convivência entre homem e natureza. O ser humano foi construindo casas onde não devia e agora as enchentes vêm e se tornam uma calamidade", advertiu.
Dom Luiz explicou também a situação das regiões atingidas na Amazônia e o que está sendo feito para a população superar as perdas causadas pelas enchentes. “A população está passando por dificuldades no momento, mas o Governo do estado está providenciando os devidos suprimentos aos atingidos. Já soubemos também que o Governo Federal está preparando o envio de mantimentos e materiais de primeira necessidade, mas ainda não chegou. Por enquanto ninguém está passando fome por causa das enchentes”. Dom Luiz expressou ainda sua preocupação para quando as águas baixarem. “Minha preocupação é depois, quando as águas baixarem, pois é nesse momento de fato que as pessoas veem o que perderam e o que restou”.
Dom Geraldo Lyrio também chamou a atenção da imprensa para não deixar de noticiar as enchentes, sobretudo depois que as águas começarem a baixar. “A tendência dos meios de comunicação é dar ênfase ao assunto quando as águas começam a subir, mas logo que o nível baixa, ninguém mais fala sobre isso. É preciso que se continue a falar porque a situação fica pior depois que as águas baixam, porque as consequências permanecem”.

CNBB destaca PEC do divórcio, enchentes e terras na Amazônia

Notícias | Plan Brasil

 

Sobe para 154 mil o número de desabrigados e desalojados no Maranhão. A Plan está trabalhando na região.

Plan Brasil

O Maranhão é um dos quatro estados da região nordeste que mais tem sofrido com os estragos causados pelas chuvas nos últimos três meses. E, de acordo com a Defesa Civil, a previsão é de chuvas fortes até o próximo dia 15 deste mês. A quantidade de pessoas afetadas já passa de 154 mil. Desse total, 23 mil estão desabrigados e mais de 29 mil foram desalojados.
Em todo Estado, 54 municípios foram afetados e, destes, 43 decretaram situação de emergência. Batalhões do Exército estão no Maranhão para auxiliar na reconstrução de estradas destruídas pela força das águas. Quatro rodovias federais estão totalmente bloqueadas e outras quatro parcialmente. De acordo com a Defesa Civil Estadual ao menos 194 km de estradas foram danificadas parcial ou totalmente pelas chuvas.

Plan Brasil

Em São Luís, capital do Estado, a Defesa Civil Municipal informou que o número de desabrigados e desalojados passou de 800 para mais de 1.200 pessoas. Em Codó, um dos municípios do Maranhão mais castigados pelas chuvas, aproximadamente 12 mil pessoas foram atingidas, sendo 800 famílias desabrigadas. Vinte e sete escolas tiveram de paralisar suas atividades e servem de abrigos. Em Timbiras, a cerca de 30 quilômetros de Codó, são mais de seis mil pessoas desabrigadas. As escolas municipais e estaduais também pararam de funcionar para alojar os desabrigados.
A Plan Brasil, que trabalha nos municípios de São Luís, Codó e Timbiras, está trabalhando ativamente na área e com parcerias com a Defesa Civil em São Luís, e com a Secretaria de Assistência Social de Codó e de Timbiras. Ainda esta semana, a Plan comprará cestas de alimentação e kits de reposição de perdas e danos para os desabrigados atingidos pelas chuvas das áreas de Cidade Olímpica e Itaqui-Bacanga, onde a organização mantém seus projetos.
Em Codó, a Plan também está desenvolvendo um Plano de Ajuda Humanitária e Convivência Pacífica, que inclui a compra e distribuição de 500 kits de emergência (cestas básicas, roupas, brinquedos e móveis), e a realização de oficinas com crianças, jovens e adultos que estão em alojamentos, para a promoção de técnicas de higiene e saúde, além de princípios de convivência pacífica nestes ambientes.

Notícias | Plan Brasil

Chuvas

Norte e Nordeste sofrem com as enchentes

5 de maio de 2009
LINKS RELACIONADOS

Já passa de 600.000 o número de pessoas afetadas pelas enchentes no Norte e Nordeste do país. Os estados mais atingidos pelas fortes chuvas são Maranhão, Piauí Ceará, Bahia, Pará e Amazonas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira o Maranhão e o Piauí para sobrevoar as áreas mais atingidas.

O Maranhão tem 52 cidades em estado de emergência. Após sobrevoá-las ao lado da governadora Roseana Sarney, Lula disse que vai liberar dinheiro para ajudar a região, mas exigiu do governo estadual projetos "muito bem realizados". "Não adianta ter dinheiro se não tem projeto; o projeto é essencial para se conseguir o dinheiro", disse Lula. O Ministério da Saúde autorizou o envio ainda esta semana de um carregamento com 265.000 unidades de 15 tipos de medicamentos e insumos ao estado.

No Piauí, as aulas foram suspensas na capital Teresina por causa das enchentes e o prefeito Sílvio Mendes (PSDB) decretou ponto facultativo aos funcionários do município. Com a medida, a prefeitura espera evitar congestionamentos e transtornos causados pelos alagamentos. Há pelo menos 36.000 pessoas afetadas pelas chuvas em todo o estado.

Na Bahia, três pessoas morreram na capital Salvador após um deslizamento de terra provocado pelas chuvas. Segundo a Defesa Civil, três imóveis desabaram no bairro de Pirajá. A chuva também provocou a queda de uma árvore, que atingiu dois ônibus e um carro. No Ceará há mais de 26.000 pessoas desalojadas. As chuvas na região já duram um mês e causaram, até o momento, sete mortes. Em todo o estado há 165.000 pessoas atingidas pelas chuvas, que atingem 134 municípios, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).
Norte - No Pará, as regiões mais atingidas pelas cheia são o baixo Amazonas e Tapajós, onde o nível do rio já está a 8,5 metros acima do. Segundo a Defesa Civil Estadual, pelo menos 32.000 pessoas foram afetadas pelas enchentes e ao menos 1.000 estão desalojadas. Há 28 municípios em estado de emergência. No Amazonas, o tradicional Festival Folclórico de Parintins corre o risco de não ser realizado nos últimos dias de junho por conta da enchente que já atinge bairros próximos ao Bumbódromo.

A Defesa Civil Estadual estima que cerca de 30.000 pessoas que moram na zona oeste de Parintins, a 325 quilômetros de Manaus, podem ficar completamente isoladas do centro. No município, foram cadastradas 2.000 famílias desalojadas. De acordo com o secretário de governo do Estado, José Melo, contudo, o município que mais preocupa é Anamã, a 168 quilômetros da capital. "O município está submerso porque foi construído dentro de um vale, as pessoas estão todas ilhadas nos poucos lugares mais altos", afirmou.

(Com Agência Estado)

sexta-feira, 6 de março de 2009

Visão Mundial

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img_ligue_agora Quem somos

A Visão Mundial é uma Organização Não Governamental (ONG) Cristã Humanitária e de Desenvolvimento criada em 1950 e presente em aproximadamente 100 países.

Trabalhando no Brasil desde 1975 com o enfrentamento da pobreza e da exclusão social, a Visão Mundial prioriza em seus programas as crianças e os adolescentes que vivem em comunidades pobres e em situação de vulnerabilidade, para promover o bem estar das pessoas.

A Organização desenvolve projetos nas regiões empobrecidas do Semi-árido, no Nordeste do País e Vale do Jequitinhonha, além do Norte de Minas Gerais, Amazonas, Tocantins e   nas regiões metropolitanas das capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Os projetos promovidos e apoiados têm programas com ênfase em saúde, educação, desenvolvimento comunitário, agroecologia, desenvolvimento econômico, promoção da justiça e emergência/reabilitação.

Visão Mundial

Todos Contra a Pedofilia - DENUNCIE

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Senadores da CPI da Pedofilia se reúnem com desembargadores o TJE
Qui, 05 de Março de 2009 00:00

Os senadores Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia, José Nery e Geraldo Mesquita, também integrantes da CPI, visitaram o Tribunal de Justiça do Estado na manhã desta quinta-feira (5). A visita foi o primeiro compromisso do grupo em Belém, que está na cidade para apurar denúncias de exploração sexual infanto-juvenil no Pará.

Última atualização ( Sex, 06 de Março de 2009 13:16 )

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Senador diz que nenhum criminoso será poupado

Qui, 05 de Março de 2009 00:00

Na chegada a Belém, Magno Malta cumprimenta um menino. Senador inicia nesta hoje coleta de depoimentos sobre crimes contra criançasSe depender da atuação da Comissão do Senado que veio a Belém investigar os casos de pedofilia no Pará, os chamados “peixes graúdos” denunciados por abuso sexual em crianças e adolescentes não terão tratamento diferenciado. É o que garantiu ontem à noite o presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES). “ACPI irá cumprir o seu papel. Nós desconheceremos autoridades e não temos compromissos com cargos ou anéis. O crime de pedofilia é igual para todos e não seremos intimidados por nenhum tipo de pressão”, afirmou o senador ainda no aeroporto de Belém, logo após o desembarque e depois de ouvir uma carta lida por uma representante dos movimentos sociais, cobrando resultados em relação aos casos de pedofilia.

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CPI da Pedofilia tomará depoimentos no Pará
Qui, 05 de Março de 2009 00:00

Os senadores Magno Malta (PR-ES), Romeu Tuma (PTB-SP), Demóstenes Torres (DEM-GO), José Nery (PSOL-PA) e Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) devem participar, nos próximos três dias, da tomada de depoimentos de envolvidos em denúncias de Pedofilia no Pará.  Os parlamentares, que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, começam nesta quinta-feira (5) as diligências em Belém, realizando reunião pela manhã com membros do Tribunal de Justiça do estado e, na parte da tarde, dando início às oitivas.

Última atualização ( Sex, 06 de Março de 2009 13:17 )

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Sefer e Caíca depõem hoje
Qui, 05 de Março de 2009 00:00

A atenção da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que apura casos de exploração sexual infantil se volta hoje para o Pará. Três senadores - Magno Malta (PR-ES), José Nery (PSOL-PA) e Geraldo Mesquita (PMDB-AC) - que desembarcaram ontem à noite em Belém devem permanecer os próximos dois dias na cidade para apurar as denúncias sobre esse tipo de crime no Estado.

Última atualização ( Sex, 06 de Março de 2009 13:17 )

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Magno Malta condena pressões
Qui, 05 de Março de 2009 00:00

O presidente da CPI do Senado, Magno Malta (PR-ES), destacou ontem, após reunião da comissão no Senado, que o trabalho a ser realizado no Pará deverá fortalecer a investigação feita pela polícia paraense e romper possíveis pressões que a CPI da Pedofilia instalada na Assembléia Legislativa do Pará possa estar sofrendo devido às suspeitas de que pessoas de projeção social estariam envolvidas em crimes sexuais contra menores de idade. 'O grande problema da CPI local é a pressão. Já tive uma conversa com o presidente da CPI [da Assembleia, deputado Adamor Aires], que me inspirou muita confiança. Mas nós vamos monitorá-los e assessorá-los para ajudar o Pará a fazer o enfrentamento desse crime tão nojento que é o crime de pedofilia', disse o senador a O LIBERAL.

Última atualização ( Sex, 06 de Março de 2009 13:18 )

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Vigília pede apuração completa

Qui, 05 de Março de 2009 00:00

'Podia ser seu filho'. O chamado à sociedade sobre os casos de pedofilia e outras formas de abuso contra crianças adolescentes, presente em faixas e cartazes, foi o grito que ecoou na noite de ontem, no Aeroporto Internacional de Belém, como recepção aos senadores que integram a CPI Nacional da Pedofilia. A resposta do senador Magno Malta, presidente da CPI do Senado, às dezenas de pessoas que desde cedo montaram vigília no saguão foi igualmente forte. 'Não reconheço autoridade. Não reconheço poder econômico. Conheço apenas as crianças que sofrem abuso e suas famílias', disse Malta, fazendo clara referência à denúncia de autoridades envolvidas no crime.

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Todos Contra a Pedofilia - DENUNCIE

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer - GRAACC

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Faça uma doação agora !
Banco : Bradesco Ag: 0548-7 C/C: 87087-0
CNPJ: 67 185 694/0001-50

Um Pouco de História

O GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer- é uma instituição sem fins lucrativos, criada para garantir a crianças e adolescentes com câncer o direito de alcançar todas as chances de cura com qualidade de vida, dentro do mais avançado padrão científico. O hospital do GRAACC realiza mensalmente cerca de 2500 atendimentos entre sessões de quimioterapia, consultas, procedimentos ambulatoriais, cirurgias, transplantes de medula óssea e outros. Além do diagnóstico e tratamento do câncer infantil, o GRAACC atua no desenvolvimento do ensino e pesquisa.
O GRAACC nasceu em 1991, graças à iniciativa do Dr. Sérgio Petrilli, então chefe de setor de Oncologia do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina, Jacinto Antonio Guidolin, então engenheiro voluntário, e Léa Della Casa Mingione, na época experiente voluntária do Hospital do Câncer. Veja mais.

Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer - GRAACC

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Fundação Pró-Sangue

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Etapas da doação

O gesto da doação envolve também um processo lógico e bem estruturado com a finalidade de oferecer segurança e comodidade ao doador.

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Fundação Pró-Sangue

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Brasil - Último Segundo - TV Cultura faz show para ajudar vítimas de enchentes em Santa Catarina

TV SÃO PAULO - Um show aberto ao público será realizado neste domingo (30), das 20h às 22h, no Anhembi, em prol das vítimas das chuvas em Santa Catarina. O evento “SOS Santa Catarina” é promovido pela TV Cultura, em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo, Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo e Defesa Civil de São Paulo. VEJA MAIS.

Brasil - Último Segundo - TV Cultura faz show para ajudar vítimas de enchentes em Santa Catarina

Noite Fria. Vamos ajudar

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